Morte
Morte era um menino.
Era um pequenino e magro comerciante
De uma vaga alegria chamada Cocaína.
Morte tinha uma jovem amante ruiva de olhos cor-de-mel,
Mas não fazia outra coisa
Senão vender e usar alegria.
Uma noite
(Era Domingo das Mães),
Um carro,
Três tiros
E Morte de bruços na calçada.
A morte o levou
E o vento soprou e diluiu sua alegria
Em seu sangue...
Morte era um menino.
Era um pequenino e magro comerciante
De uma vaga alegria chamada Cocaína.
Morte tinha uma jovem amante ruiva de olhos cor-de-mel,
Mas não fazia outra coisa
Senão vender e usar alegria.
Uma noite
(Era Domingo das Mães),
Um carro,
Três tiros
E Morte de bruços na calçada.
A morte o levou
E o vento soprou e diluiu sua alegria
Em seu sangue...


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